terça-feira, 6 de novembro de 2012

PROJETO: AS LEITURAS E RELEITURAS DA LITERATURA

A profª de português (Rosimeire H. tiem), teve uma grata surpresa ao desafiar os alunos a fazerem a leitura do livro Vidas Secas de Graciliano Ramos, com o objetivo de os alunos fazerem uma produção escrita sobre o entendimento do livro. Entretanto, um aluno a surpreendeu ao fazer a ilustração do livro todo de modo tão perfeito que é possível usar o material produzido para trabalhar esse livro de ensino médio com alunos do ensino básico das séries iniciais.
A profª  afirmou: “È mais fácil entender o livro ilustrado que o filme!”
A escola muito se orgulha dos talentos que vão sendo descobertos nas várias áreas do saber, através das diversas e bem elaboradas atividades propostas pelos professores.   
Parabéns ALISSON FELIPE O. DALZAQUE!





segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A poesia da aluna Adrieli Moreira dos Santos, do 6º ano A, foi selecionada no município para participar da próxima etapa da olimpíada. Parabéns Adrieli e prof. Verenice Fátima.

FLOR DO CERRADO
A CIDADE ONDE VIVO
SE CHAMA PRIMAVERA DO LESTE
NO ESTADO DE MATO GROSSO
NA REGIÃO CENTRO-OESTE.

MINHA CIDADE COMEÇOU
COM MUITOS IMIGRANTES
UMA CIDADE PEQUENA
COM 60 MIL HABITANTES.

AQUI TEM MUITAS FESTAS
TEM A EXPOSIÇÃO
TEM A FESTA DE SÃO CRISTÓVÃO
E TAMBÉM A DE SÃO JOÃO.

AQUI TEM A PRAÇA DE EVENTOS
ONDE PODEMOS CAMINHAR
PODEMOS OUVIR MÚSICA
E LOGO DEPOIS DANÇAR.

TEM A LAGOA AZUL
E TAMBÉM O RIO DAS MORTES
PARA NÃO SE AFOGAR
TEM QUE TER MUITA SORTE.

AQUI TEM O ENTRONCAMENTO
QUE LEVA À ZONA RURAL
TEM AGRICULTURA
NOSSA! QUE GENIAL!

TEM MUITAS SERIEMAS
AVES BELAS DO CERRADO
TEM FAZENDA AO REDOR
COM IMENSAS CRIAÇÕES DE GADO.

TEMOS AQUI MUITA GENTE
TEM GENTE DE TODO LUGAR
TEM ÍNDIOS, TEM RUSSOS
VENHA LOGO NOS VISITAR!

UMA CIDADE DE PROGRESSO
ACOLHEDORA, BONITA, ESPETACULAR
VOCÊ PODE TER CERTEZA
QUE IRÁ SE APAIXONAR.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

 A profª Rose e os alunos do 8º ano C estiveram na biblioteca preparando poesias para um sarau .

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Semana da Pátria

Histórico

O preço da Independência

A Semana da Pátria acontece em torno do dia 7 de setembro, data em que se comemora oficialmente a Independência do Brasil.
No ano de 1822, diversos grupos das elites brasileira e portuguesa discutiam quanto aos rumos que os países deviam tomar. Aristocratas e comerciantes do Brasil buscavam mais liberdade, em termos econômicos e políticos. Já as Cortes portuguesas desejavam uma recolonização do Brasil. Pedro de Alcântara, reunindo os interesses da opinião pública brasileira, de sua esposa d. Maria Leopoldina e do ministro José Bonifácio, decidiu por proclamar a independência do Brasil.
Em uma versão romântica da história, este fato é apresentado como um ato heroico de d. Pedro I. Quando estava às margens do riacho Ipiranga, no estado de São Paulo, recebeu uma correspondência de d. João VI, seu pai e rei de Portugal, o qual exigia submissão ao Reino Português. Nesse momento, d. Pedro teria gritado as famosas palavras “independência ou morte!”, passando a ser o imperador do Brasil, aclamado e coroado, no final daquele ano.
A independência, no entanto, foi mais burocrática do que heroica. Para ser reconhecido como país independente, o Brasil precisava do reconhecimento oficial das outras nações. Para isso, mediante acordos comerciais extremamente desfavoráveis ao nosso jovem país, a Inglaterra usou seu exército de mercenários e seu prestígio internacional para garantir a independência. Além disso, nosso governo pagou a indenização de dois milhões de libras esterlinas a Portugal. O reconhecimento veio, finalmente, em 1825.
Passados quase 200 anos, ainda há quem discuta se o Brasil já conquistou, verdadeiramente, sua independência. Afinal, de lá pra cá, existiram muitos momentos em que o Brasil não foi soberano em suas decisões. A grande influência da Inglaterra no século 19 passou para os Estados Unidos no decorrer do século 20, e assim nosso país participou de guerras que não nos interessavam, teve instalada uma ditadura militar que interessava mais aos estrangeiros do que ao nosso povo e fez acordos que prejudicaram nossa economia e aumentaram nossas dívidas. Enquanto isso, grande parte da população continuou sofrendo as mesmas mazelas: fome, falta de cuidados médicos e de educação, violência, desemprego...
Em um mundo globalizado, regido pelas multinacionais, é impossível conquistar uma verdadeira independência dos interesses políticos e econômicos que manipulam as nações. No entanto uma visão menos heroica e mais realista de nosso passado pode nos ajudar a perceber que rumos nosso país precisa tomar.